"As palavras de amizade e conforto podem ser curtas e sucintas, mas o seu eco é infindável."
O importante não é o que se dá, mas o amor com que se dá. Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz. A falta de amor é a maior de todas as pobrezas."
Madre Teresa de Calcutá
O ínicio do Projeto C.H.A.V.I
O projeto nasceu da ideia de um anistiado político, que foi preso e torturado pelo regime militar em 1964. José Augusto Carvalho de Araújo era funcionário da Petrobrás e após conseguir se libertado em um montim criado por outros militantes, nunca mais teve um segundo de paz. Sem recurrso para sair do páis, era perseguido, juntamente com a sua esposa, pelas ruas de cidade dos estado da Bahia e Rio de Janeiro.
Ele e a sua família chegaram a dormir ao relento, debaixo de chuva e sol, passando, frio, fome e sede e subexistindo através de esmolas dadas por quem passava e se compadecia com àquela cena. Augusto Mitchell, seu filho, jornalista, aeronauta e bacharel em direito, conta detalhes em sobre o caso.
Ele e a sua família chegaram a dormir ao relento, debaixo de chuva e sol, passando, frio, fome e sede e subexistindo através de esmolas dadas por quem passava e se compadecia com àquela cena. Augusto Mitchell, seu filho, jornalista, aeronauta e bacharel em direito, conta detalhes em sobre o caso.
Assim, apesar da nossa obra assistencial existir e ser executada desde 2008, fazíamos isso de forma isolada e sem muita divulgação. Claro, seguíamos à risca aquela premissa de Cristo: "Quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita". Porém, desde 2014, começamos a pedir apoio e donativos para poder dar continuidade ao projeto pois, desde ali, ficara impossível manter com recursos próprios. Assim sendo, nos anos seguintes, começamos a recolher roupas, brinquedos, alimentos, calçados daqueles que se predispunham a fazer caridade.
Com a chegada da pandemia de COVID19 o projeto parou, pois não houvera meios de sustentabilidade e nem condições sanitárias e muitos dos nossos colaboradores adoeceram gravemente.
Em julho de 2021 o projeto voltou, ainda em passos lentos, pois era um grande desafio retornar em um cenário socialmente devastado politica e economicamente. Hoje, no entanto, estamos buscando recurso para quase tudo. Registrar a ONG, pagar o financiamento da nossa VAN que recolhe e distribui donativos, bem como o conserto de seu motor. Além disso,precisamos de doações básicas como alimentos roupas etc.
iante de tamanha dificuldade e total escassez de recurso, com a nossa VAN em processo de busca e apreensão promovido pelo Banco Santander atravérs da Aymoré Financeira, decidimos ECOAR o pedido de socorro. Sim! Precisamos de ajuda para poder ajudar o próximo.
"A falta de amor é a maior de todas as pobrezas."
Madre Teresa de Calcutá